Missão internacional divulga Programa VigiFronteiras-Brasil no Chile e Uruguai

Representantes da área acadêmico-científica da Fiocruz participaram, no início de setembro, de uma missão internacional com o objetivo de ampliar a colaboração e a cooperação acadêmico-científica com instituições chilenas e uruguaias. Além de falar das iniciativas realizadas e vigentes ao longo dos últimos anos, também foram apresentados detalhes do processo seletivo do Programa VigiFronteiras-Brasil/Fiocruz, que está com o processo seletivo em curso para a sua segunda turma.

Integraram o grupo a vice-presidente adjunta de Educação, Informação e Comunicação e coordenadora do Programa VigiFronteiras-Brasil/Fiocruz, Eduarda Cesse; a vice-diretora de Pesquisa e Inovação da ENSP e coordenadora acadêmica do VigiFronteiras, Andréa Sobral; a coordenadora de gestão do programa, Adelia Araújo; e a assessora de comunicação, Bruna Cruz. Também compuseram o grupo os coordenadores do Observatório de Clima e Saúde, do Icict, Christovam Barcellos e Diego Xavier; o analista de dados, Raphael Saldanha, colaborador do observatório, que deram continuidade ao trabalho de criação de um observatório epidemiológico de clima e saúde chileno e um uruguaio.

Em Santiago, no Chile, o Programa VigiFronteiras-Brasil foi apresentado à Divisão de Gestão e Desenvolvimento das Pessoas (DIGEDEP) do Ministério da Saúde. Em Montevidéu, os detalhes sobre o programa e o processo seletivo foram compartilhados no Ministério das Saúde uruguaio, com a presença de Rodrigo Márquez Alonso, diretor geral de Secretaria, Zaira Arteta, diretora geral de Coordenação, Sandra Caquías, diretora da área de Gestão de Pesoas, e diversos diretores de departamentos de saúde que fazem fronteira com o Brasil, tanto presencial, quanto virtualmente. Por fim, o grupo foi recebido no Instituto Pasteur de Montevidéu pelo Diretor Acadêmico, José Badano, e pela representante da rede Pasteur de Clima e Saúde, Mararena Sarroca.

Segundo Eduarda Cesse, a expectativa com a missão é que fortalecer as parcerias que já existem ampliá-las na direção de atender as necessidades de desenvolvimento dos sistemas de capacitação dos profissionais de saúde dos três países. “Ao ouvirmos os gestores e profissionais dos serviços com quem tivemos encontros, sentimos que há uma grande necessidade de cursos específicos e com menor duração, os quais também oferecemos, por exemplo, por meio do Campus Virtual da Fiocruz. Porém, acreditamos que, formações mais estruturantes, para formação de massa crítica e de multiplicadores, o Programa VigiFronteiras-Brasil é uma ferramenta para fortalecer as cooperações”, comentou. Ela acredita que o ministério da saúde dos dois países e as instituições de ensino e pesquisa possam ser catalizadoras da divulgação dessa iniciativa internacional.