As zoonoses figuram entre os principais desafios da saúde pública global, especialmente em regiões amazônicas, onde fatores ambientais, sociais e institucionais ampliam a vulnerabilidade sanitária.
Este estudo teve como objetivo analisar a disseminação da COVID-19 nos municípios acreanos entre 2020 e 2022, considerando indicadores epidemiológicos acumulados, perfil sociodemográfico dos casos e sua relação com vulnerabilidades sociais e territoriais,
As queimadas na Amazônia intensificaram-se nas últimas décadas, ampliando a emissão de poluentes atmosféricos.
O sarampo e a rubéola são doenças exantemáticas, imunopreveníveis, mas que podem levar a complicações e óbito. Pela importância para a saúde pública, estão entre as pactuações internacionais para sua eliminação em todo o mundo.
O estudo avaliou os atributos do Sistema de Vigilância Sentinela de Síndrome Gripal no Município do Rio de Janeiro, de 2019 a 2023, com base nas diretrizes do Centers for Disease Control and Prevention.
O estudo aborda o acesso da população masculina à Atenção Primária à Saúde (APS) no Brasil, através da utilização desses serviços pela população masculina, considerando a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (PNAISH).
O processo de descentralização e regionalização no estado da Bahia tem proporcionado grandes benefícios para conduzir as estratégias de políticas de saúde em seu território.
A vacinação contra a COVID-19 foi uma medida essencial para o controle da pandemia. Contudo, populações indígenas enfrentaram desafios que dificultaram o acesso às vacinas.
A leishmaniose visceral (LV) é uma doença infecciosa, negligenciada e de alta endemicidade no Brasil, com destaque para o estado do Maranhão, onde os indicadores permanecem elevados.
